Sociedade

O vírus da humanidade

Em tudo estrutura
faz-se de aço e silício
com tal estatura
é a humanidade um vício

Os muros e nós.

Postagem de número 100, uma marca histórica!

Quando eu tinha 2 anos, derrubaram o muro de Berlim. Todo mundo sabe o quanto isso foi (e ainda é) significativo para a história da humanidade. Não foi a vitória do neo-liberalismo ou a queda de um regime autoritário. Pode até ter sido tudo isso, segundo economistas, cientistas políticos, sociólogos, etc... Mas foi outra coisa. Foi a queda de um muro. Ele separava pessoas. Famílias, amigos, inimigos, rivais, colegas de trabalho, de bar... Essa queda foi um símbolo, um estandarte. "É hora de a humanidade quebrar seus muros!" E era (ou é) verdade. Depois desse evento, ou antes até (não sou bom em história), vive-se até então um processo de quebrar muros.

Multiplicações Modernas

 

Se um dia desenvolvêssemos a tecnologia da multiplicação de objetos, e ela se tornasse largamente disponível a baixos custos, empresas que dependessem da dificuldade de produzir objetos e substâncias replicáveis teriam de rever suas estratégias. Algumas poderiam se adaptar e encontrar outras formas justas de ganhar dinheiro; outras pressionariam para preservar seus modelos de negócios obsoletos.

Esclarecimento sobre cópias e direito autoral

Do texto integral da lei:

 

"Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:

Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Ensaio sobre a Surdez

Música despertando... O martelo e a bigorna em plena atividade desde o primeiro abrir das pálpebras. São dois pequenos ossos, que juntos com o tímpano transformam ondas de compressão e descompressão do ar em estímulos nervosos interpretados pelo cérebro. Do outro lado, um aparelho emite essas ondas om um eletroímã. Eletroímã é uma bobina que, ao ser atravessada por uma corrente elétrica, gera um campo magnético. A variação na corrente faz o eletroímã e o ímã se atraírem e repelirem em determinada frequência, que ao ser interpretada pelo cérebro, interrompe o ciclo de sono humano.

Veja só...

Tenho preguiça de escrever sobre o assunto, então vou colar aqui a notícia de outro blog:

Fonte: http://profs.if.uff.br/tjpp/blog/entradas/bombardeio-nassif-vs-veja

Parênteses

Ao ler os relatos de uma jovem amiga pedagoga, com relação às experiências de ensinar a arte da escrita à crianças, me deparei com uma surpresa. Crianças quase sempre escolhem como forma de escrever a poesia ou a "contação" de histórias. Será por serem formas simples? Ou será que são intuitivas? Não sei o porquê, mas o engraçado é que, no momento que li isso, rapidamente me liguei que o Ciudad está 80% tomado dessas duas formas (e uma terceira, o desenho, que também é ferramenta bastante recorrente dos jovens aristas).

Impressões de uma segunda-feira filosófica.

Estive lendo e ouvindo pela manhã. Ouvi um Bono Vox, falando de fé, li textos de amigos, admirei a complexidade humana de labirintos, e me surpreendi com um Cristo se revelando fora da igreja que conheço. E se revelando muito mais Cristo, muito mais amor, muito mais compreensão, muito mais humanidade, um verdadeiro Camarada.

Victor Jara e a Ciudad del Pico

"Somos cinco mil aquí.

En esta pequeña parte de la ciudad.

Somos cinco mil.

 

¿Cuántos somos en total

en las ciudades y en todo el país?


Somos aquí diez mil manos

que siembran y hacen andar las fábricas.


¡Cuánta humanidad

con hambre, frío, pánico, dolor,

presión moral, terror y locura!

 

Seis de los nuestros se perdieron

en el espacio de las estrellas.

Un muerto, un golpeado como jamás creí

se podría golpear a un ser humano.

Tortas de Morango - E a vida eletrônica.

Mandamos e recebemos e-mails. Mas não olhamos nos olhos. Não dançamos, não corremos, não paramos para sentir o vento.

Vou sair por aí. Não me esperem. Desliguem tudo e saiam também. Quem sabe não nos encontramos por aí...

Antes, porém, leiam um e-mail em especial, e se deliciem com uma torta de morango. Vejo-os nas luas da vida...

Abraços!

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