Liberdade é amar como se o mundo hoje terminasse sem que sua própria vida fosse importante

Turing, Cook, P, NP, SAT, ...

The Boolean satisfiability problem is in NP
because a non-deterministic Turing machine in polynomial time
can guess an assignment of truth values to the variables,
determine the value of the expression under that assignment,
and accept if the assignment makes the entire expression true.

Now suppose that a problem in NP is solved by the non-deterministic Turing machine
M = (Q, Σ, s, F, δ)
(where Q is the set of states,
Σ
the alphabet of tape symbols,
s
Q the initial state,
F
Q the set of accepting states,
and δ : Q × ΣQ × Σ × {−1,+1} the set of transitions)
and that M
accepts
or
rejects
an instance of the problem
in time
p
(n)
where n is the size of the instance
and p
is a
po
ly
no
mial
func
tion.
.
.
.
Me sinto em outro mundo, nesse exato momento... Devo voltar em breve...

Impressões de uma segunda-feira filosófica.

Estive lendo e ouvindo pela manhã. Ouvi um Bono Vox, falando de fé, li textos de amigos, admirei a complexidade humana de labirintos, e me surpreendi com um Cristo se revelando fora da igreja que conheço. E se revelando muito mais Cristo, muito mais amor, muito mais compreensão, muito mais humanidade, um verdadeiro Camarada.

Estratagemas... Coragem... Amor

Meu encontro com a poesia, com srta. Poulain, com Sr. El Rabi... é apenas começo...
Do encontro com toda poesia, com a Terra Livre, com El Elohim e seu sorriso...
Pois tudo isso é uma coisa apenas...

Ex-morto = vivo ?

"A ressurreição de Jesus deve ser experimentada como algo maior do que um evento histórico passado. Caso contrário, é despojada de seu impacto presente."
(...)
"Em outras palavras, a ressurreição tem de ser sentida como presença do ressurreto.(...)"
"Nossa esperança está indissociavelmente relacionada com a consciente atenção a respeito da presença do ressurreto.(...)"

Chove, por favor...

Quero mesmo é que me vejam louco. Daí não vão ligar de eu ficar conversando contigo e comigo mesmo... Vamos correr, jogar, brincar... Desenhar, escrever poesia, mil livros... Sorrir de ver as coisas mais bobas... Elas não são bobas, os homens arrogantes e chatos é que dizem essas coisas, porque vivem frustrados por não se satisfazerem nem com os maiores tesouros...

Não estava doente, só estava com saudade...

Será que vivemos na rocha?

"Olhe para sua vida e veja como você tem preenchido seu vazio com pessoas. Como consequência, elas lhe deram uma 'chave-de-braço'. Veja como elas controlam seu comportamento com aprovação ou desaprovação. Detêm o poder de aliviar sua solidão com companhia, de enviar seu espírito para as alturas com elogios e de trazê-lo às profundezas com crítica e rejeição. Olhe para si mesmo, gastando quase todos seus momentos apaziguando e agradando pessoas, estejam elas vivas ou mortas.

Foi numa noite vazia

O Sol havia se posto pouco tempo atrás. Olhou ao seu redor, com olhos vagarosos. O quarto jazia inerte. Faltava algo. Sentou à mesa, agora absorto e pensativo. Não se sentia bem. Algo lhe perturbava. Procurou nas lembranças algum indicativo da causa. Não achou. Não tinha brigado com ninguém... Não tinha cometido crime... E nem era um remorso mesmo o que sentia. "Seria um sinal de depressão"? E por que estaria deprimido? Não tinha motivos para tanto.

Barriga cheia... goiaba tem bicho

Pra quebrar o jejum de poesia aqui pela Ciudad...

Se todas as flores do mundo
Se todas as coisas mais belas
Mesmo que surpreendentemente belas
Seriam apenas ridiculamente belas
Apenas mais algumas (ou muitas) coisas belas
Se me estivessem à distância de um olhar
Ainda se todas coubessem nos olhos
Nas pequenas pupilas
Seriam ainda pouco
Totalmente insuficientes...

Um Conto (mais ou menos ali pelo fim do mundo)

Fitou o largo horizonte avermelhado, de sangue, ruína e fumaça. Seus olhos lacrimejavam, não de tristeza, mas do ar viciado das explosões que castigaram a atmosfera na última semana. "Foram dias de muita tensão", pensava, ao se recordar da tumultuada semana. Conflitos constantes, muitas baixas. Seus olhos agora corriam lentamente pelo terreno, buscando os próprios pés. Amigos partiram, levados pela crueldade da guerra. A visão embaça, num misto de emoção e poeira. Pisca demoradamente, fazendo rolar uma pequena lágrima, à correr pelo rosto sujo de fuligem.

As peças que vão se encaixando

Tenho refletido à muito tempo sobre a minha vida. Tudo bem, algo bastante genérico, todo mundo faz isso, não faz? Claro, é crucial. Mas o que se costuma fazer é refletir sobre a vida pessoal, refletir sobre a vida profissional, refletir sobre a vida espiritual. Isso faço desde que me entendo por gente (apesar de nem sempre serem reflexões profundas). A reflexão à que me refiro parte do princípio que minha vida é uma coisa só. Superando as divisões que se fazem desde o mundo grego, superando as divisões da vida moderna, entre outras. Mas quando procuro vizualizar minha vida como esse todo (à saber, as parte por si só reconciliadas com Cristo), enxergo um quebra-cabeça, um vaso quebrado. Reconstruí-lo, montá-lo, parece tarefa humanamente impossível. E na verdade é! Assim, boa parte das minhas meditações de tempos para cá foram no sentido de tentar encaixar as peças no seus devidos lugares.

Na semana passada, estive no Curso de Férias da ABU, região SP/MS. É um encontro principalmente para estudantes (na maioria universitários) envolvidos ou desejosos de se envolver na missão que Cristo nos deu ao nos colocar dentro da Universidade. É um meio bastante plural, repleto de sentimentos, pensamentos e visões diferentes. Mas com um objetivo único, claro, e que é capaz de unir todas as visões e idéias em um propósito maravilhoso. E por que não diríamos que pode unir as partes de um ser humano? O tema do encontro foi "Missão e Vocação: Eis a questão". Já sabemos que, como estudantes, somos chamados à proclamar o evangelho aos outros estudantes. Mas e como profissionais? Vamos simplesmente trabalhar para sobreviver e sustentar a obra? Vamos gastar 60% do nosso tempo produtivo da vida apenas angariando recursos? Faço uso da passagem citada na reflexão de Marco Antônio, que nos falou um pouco à respeito disso no encontro: "Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque a este o Pai, Deus, o selou.” (jo 6.27). Ao que tudo indica, Jesus tinha um propósito muito maior nessa área de nossa vida. Tinha não, tem! Não se engane, ele não está falando de trabalhar pela igreja ou da simples administração do tempo que gastamos com ministério. É bem claro que ele fala da nossa profissão, do que fazemos para ganhar nossos sutento. Cristo propõe uma nova maneira de viver, ao longo de todo evangelho, e isso inclui a profissão do novo homem. Deus nos criou não apenas para desfrutar de uma criação pronta, mas para ter parte num contínuo processo criativo. Para isso, nos deu habilidades das mais diversas, e infinitas possibilidades de criar e inventar. E não um criar necessariamente utilitarista. Deus criou o mundo e viu que era bom. Nós podemos criar um equipamento, um texto, ajudar alguém, defender um ponto, etc... e ver que é bom! É maravilhoso notar como Deus deseja compartilhar conosco seu prazer em criar! Nosso trabalho, por isso, é essencialmente ligado à nossa relação com Ele. Fazemos, criamos, executamos, por que isso é divino, é o que Ele nos permite fazer. Nosso mandato cultural, dado à Adão, se desdobra no exercício de nossas habilidades hoje. Citando novamente a reflexão de Marco Antônio:

"
O que é que permanece para a vida eterna e nunca morre e pelo qual eu devo trabalhar? É simples. A relação com Deus. Eu trabalho antes de tudo por causa desta relação. Isto significa dizer que eu trabalho para experimentar a Deus em meu ambiente de trabalho. Eu experimento Deus fazendo com afeto o que é bom. Faço assim, porque naquele exato momento estou experimentando sua bondade. Faço o que gera vida. O que aperfeiçoa. O que evolui para melhor. Eu experimento Sua grandeza e beleza e assim minhas mãos ou pensamentos se ajuntam para aperfeiçoar, amadurecer, vender mais e melhor, prestar excelentes serviços aos destinatários de meus produtos. Trabalhamos para a vida eterna, quando nossa ambiência profissional se faz em um lugar de contemplação de Deus, de adoração. Experimentamos ali seu poder de gerar em nós paciência, amor e serviço. É um espaço de excelência, de relacionamentos, afetos, amizades, evangelização etc. Neste sentido nos alimentamos da comida que não perece, que nos amadurece, e, sobretudo nos faz imensamente feliz. O que sempre permanecerá para a vida eterna é nosso relacionamento com a Trindade e com os irmãos. É por isto que vale a pena viver e morrer por isto."

Com toda essa reflexão, boa parte acontecendo no Curso de Férias, mas uma peça do quebra-cabeça se junta ao todo. Ainda digerindo todo o conteúdo, outras peças tomarão seu lugar. Assim, assumimos de fato nossa identidade como seres humanos, aqueles que tinham sido originalmente criados, mas que foram quebrados e destituídos ao pecar. Com Cristo finalmente encarnado, mostrando à nós como Deus é e como o homem deve ser, ganhamos esse novo alvo de integridade, de missão. A Boa Nova, uma vida totalmente transformada, agora disponível à todos os homens! Essa é a notícia à ser proclamada, a ressureição do homem! A revolução do Nazareno!

Que possamos daqui em diante parar de fugir dos cacos que vemos desmontados de nossa vida. Parar de varrê-los para baixo do tapete. Que nossos momentos de contemplação e adoração não sejam momentos em que nos dissociamos de nossa vida para nos achegarmos à Deus, mas que aprendamos à aceitar que Deus entre na nossa história e à transforme. Isso significa permitir que ele mude nossa visão à respeito da nossa profissão, do nossos relacionamentos, das nossas atividades. Deus quer que vivamos com ele à todo momento, seja o que for que se faça. Isso tem mudado a minha vida, a medida que compreendo Cristo em partes um tanto inéditas da minha vida. Lembro-me que orei para que Ele viesse à fazer parte de TODA a minha história no início do CF, e me comprometi à não fugir mais, à não dissociar meus momentos de silêncio com Ele em escapes da minha vida. Agora é possível entender o que é ser um com Ele, e o que nos aguarda ao nos tornarmos iguais à Cristo na Eternidade.

Reflitam e orem. Orem muito, não aquela oração ritual, mas aquela conversa sincera com Deus, sem medo, sem protocolos.

Um grande abraço e, eu espero, um bom resto de nova vida à todos!

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