Revolta do Meio-Dia
Ninguém vive a poesia
é perigosa
O homem a teme
É uma voz poderosa
Indomável, porém tênue
Incertas na ventania
as nobres aventuras
Do que resolver um dia
Subir com ela às alturas
Não,
Prendam-na!
Sufoquem-na em meio as melodias contra o tédio
Matem-na nos livros empoeirados e papéis sujos
Seu lugar é no último sucesso à ser ouvido na rádio
Nunca passará de um pardal à cantar nos ouvidos surdos
Aquela que escapar, que seja caçada
Pelos arpões da inveja e da falsidade
Ridicularizada e caluniada, ainda que cansada
Que seja sempre utopia, e nunca realidade
Que seja somente indistinguível melodia
Que nunca seja ouvida de verdade
Que fique longe da forte luz do dia
Que seus libertadores sejam escória
Sejam apenas sonhadores lunáticos
Ou tolos...
A humanidade teme a poesia
a mensagem, o verbo
Quer enclausurar as forças
que em suas músicas
impetuosas
denunciam
As monstruosidades
Do tenebroso mundo do homem.
Mas os loucos
e apaixonados (irremediavelmente)
Mesmo que roucos
Vão gritar com toda voz de sua mente
Talvez alguém ouça sua mensagem
E talvez, no fundo do cesto
Ainda reste uma semente de passagem
Para escapar do resto...


Revolta que vejo pouco
Revolta que vejo pouco presente em meios cinematográficos, e creio que precisamos ver mais que imagens concernetes a beleza visual, precisamos além de tudo de poesia, emoções transmitidas pelas mensagens e não em uma tentativa vil de transmiti-las com belos efeitos especiais. Concordo sempre. Concordo quando se fizer o meio-dia.
revoltas recorrentesmas reais
revoltas recorrentesmas reais
Revolte-se! Revolte-se
Revolte-se! Revolte-se sempre!!!Pra não permitir jamaisque a mais bela poesiaseja enclausuradanas jaulas das ideologiasde nossa constante guerra.A poesia encantadaNão é a atrativaNem a que te ensinaram a rimar.É aquilo que é loucura!Que nos mostrou o sonho.O Verbo da liberdade.<>Nossa... acho que vou publicar depois no meu blog =D<>
Comentar