Olhos emprestados

O poeta enxerga
O bem e o mal
Tão bem quanto mal
A si mesmo vê
Porque só quando adiante
O poeta Deus enxerga
É que espelho fita
E bem mal
O bem e o mal
Em seu coração vê
E aí que pode
O poeta seu ode
Sem fim nem começo
Declarar sem parar
Que liberdade
É um abraço que não queríamos
E que tentamos nos soltar
Mas persiste
Nos alcança
Nos constrange
Reparte
Parte
Mata
Cala
Fala
Ama


(Mais um que saiu no final do IPL 2007)

Abraços...

ora ora... temos mais um

ora ora... temos mais um poeta aqui, que maravilha... Adoro isso... uma pensa que meu acervo criativo de versos tenha acabado no final do 2º ano do Ensino médio, auhUAHUahuHAUhauHAFico feliz... os poetas estão vivos... Abraço...