Desparadoxo Transcendental

Castelo
Sólido, sereno-imortal, alto da cor do Céu
Tudo na guerra, paz em salão
Flechas
Tormento, veneno-mortal
Dor lancinante, da qual me tira sua mão
Por favor...

Dor inescapável da qual escapamos...

Ele marcha,
Ao seu lado flores murcham de preto sinuoso
E a morte é seu escudeiro, odor de enxofre
Nos olha vermelho,
Pupila de poço infernal
Eterna ruína negra
destruição...

Ruína iminente que nunca alcança...

Eu, deixo o pronome
Desprendido
Largado no vácuo da inexistência
Sou um nada, uma poeira cósmica
Desapareço
Perdido
Mas um homem vem
Corta colinas e move mares
Olhos brilham de cheia luz branca
Profundo como um mar
Repleto de pérolas suaves, leitosas
Suas mãos são o carinho do vento.

O homem não é nada, um homem é tudo...

O próprio sangue de Deus
Farol ofuscante... com fome de corações
Ame-o ou odeie-o
Ignorar o deus-homem é fuga sem-saída
Antes do primeiro Sol
Mesmo após o vermelho do último
Ele é
E não há...
O leão-criador, a ovelha,
O rei-amoroso,
Profeta-misterioso
Vários são os nomes,

É só um, e é vários...

E correm como o vento
São bestas terríveis, ardilosas
Serpentes de puro veneno, ferrões de destruição
Fogo e enxofre, em milhares de maldade-encarnada
Mas medo não infligem
Não mais...
Não são...
Pois o espectro de fogo
O mal-de-todo
Já foi sentenciado
E calado
Pela palavra, uma única
Que caminha
Vale verde de paz-de-colina
Verbo-homem
Arauto de verdade
As nuvens do tempo
Neblina do destino
Se fecham
E nada mais existe
Só essa essência de cheio
E que vá ao inexistente
Todo meu círculo
Ele está ao meu lado
E a morte não é temor
Venha, lhe ensino o vôo
Quando a tempestade se for
Acorde
Acabou
Venha ver as flores
Tudo passou
Tudo agora é...
O Rei-no, enfim, chegou...

(inspirado pelo hino "Ein Feste Burg ist der Gott" - Marthin Luther - século XVI)

Sem mais o que falar, em nome

Sem mais o que falar, em nome de Cristo:AMEM!

ficou bonito.bastante

ficou bonito.bastante visível.transcedental."E embora a vida vápor nós Jesus estáe nos dará seu Reino"

Sabe, to confusa. E olha q eu

Sabe, to confusa. E olha q eu escrevo tbm coisas confusas, mas não com tanta abstração assim. Eu gostei, porém tem coisas suas que sou mais fã.ahh eu te respondi pelo meu blog, mas te mando uma cópia via este.Pois bem, meu caro amigo de tantos festejos. Sabe q eu não sei... Eu ia colocar aspirante, mas me pareceu meio obvio demais, e se lá dei vontade de deixar espirante, dar um quê de vida...Mas diga-me você o que pensou.Confesso que fiquei em dúvida quanto ao ser com X ou com S, mas e daí? Estava a falar de comida e não fzd um poesia, então relevei.É isso. Mil beijos meu querido amigo.

Sobre nunca acabar poesias,

Sobre nunca acabar poesias, passo a palavra pro não-mestre Quintana:"Um poema só termina por acidente de publicação ou de morte do autor." Abraços e obrigado pelos comentários, jeff

'Mas medo não infligemNão

'Mas medo não infligemNão mais...Não são...Pois o espectro de fogoO mal-de-todoJá foi sentenciadoE caladoPela palavra, uma únicaQue caminha'Parece uma canção..me inspirou.Estava coms saudades de tí, mano humanobjk:)