Coletânea do Curso de Férias 2008

Na semana passada, acontecia o Curso de Férias 2008, da região SP/MS da ABUB... Tempos de crises e descrises, muita reflexão, reviravolta interna. Muito bom, como sempre, ou como nunca, já que são sempre ímpares e incomparáveis esses momentos.

Lá pelo final, hora de publicar (no sentido literal da palavra) o que havia produzido durante o CF. Na quinta-feira, serenata romântica dos meninos, e no meio:

"De todos os vapores e vaidades
essa noite de estrelas escondidas
é o que eu mais queria
que fosse uma eternidade

E nesse encontro de corações
nessa melodia de incertezas
trazemos aqui algumas canções
tão pouco para tantas belezas"

Na noite seguinte, histórico sarau, abertura recitada por mim e Alana:

"O novo quer sempre quebrar o tom
O novo não tem medo do novo
vem e quer trazer grande renovo
Na humildade, paciente com o velho
no orgulho, ignora o mistério
Conhece mundo e alma
sabe fazer nova receita de bolo

O que de novo não sabe
é que o novo é o que já é velho
todo mundo conhece e aparece de novo
O novo inventa uma nova maneira
de repetir de novo a rotina de sempre
O novo não tem nada de novo
é o velho novo de sempre, de novo..."

Um pouco depois, algo para se ler à luz de tochas num banquinho...

"Como jogo de dados
barco na tempestade
vida que a onda vira
corrida incessante, cansante
linha de chegada inalcançável
todas as folhas se debruçam
e voam ao vento de outono

Queremos abrir àquela porta
mas só o que nós temos
é o que tão desesperadamente
de nossa tola mente escondemos

Então o lúcido se recusa
e por mais feliz que viva
não apressa seu encontro
com qualquer amanhãs forjados

A música do pôr-do-Sol
assim, tão breve e contente
deve pressupor uma nova semente
A primeira vitória é também a última

Só há a morte na única estrada
Só há um norte no fim do nada
O fim da morte no porfim da vida
Um novo norte de uma só vida

Um Homem
agradeça à morte todos os dias
Uma Morte
viva a vida no seu sentido da morte
Uma Vida
a ser vivida, contemplada e compartilhada

Glauber, ultimamente tenho

Glauber, ultimamente tenho viajado no seu blog. Tem sido uma experiência muito boa, e também gostaria de dedicar um tempo a leitura dos blogs dos nossos outros amigos. É um prazer conhecê-lo, Franz!(Eu sou o Matheus mais novo).

então. eu deixei um

então. eu deixei um comentário enorme aqui. onde ele foi parar?=(

vamos ver se lembro de tudo

vamos ver se lembro de tudo (vai sistematizado):-vc escreve bem (ó). Nao sei sua "forma de escrever", mas eu sou da opiniao da arte de dentro de si que é um pouco sistematizada. bom, sob essa otica as vezes vc escreve algo que parece que precisa ser um pouco trabalhado, e as vezes nao parece muito natural.- nao é normal hj em dia mta gente se preocupar com isso, nao sei qual sua postura, mas acho que o ritmo da poesia é muito importante. e novamente vc fica no sim e no nao. No poema do meio do sarau, por exemplo, falta um pouco; já no do começo do sarau está bem presente. talvez sem querer.- destaque brilhoso (haha) para o poema da abertura do sarau. demais. (***)aaaah, tinha mais coisa e mais detalhado mas nao lembro, fica os comentarios dessa pequena critica num próximo post!beijoooooooooos

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