Auto-análise

Visto cetim e camisa, mas é de pano de saco que se cobre meu interior. Olho no espelho e contemplo a infindável ambiguidade. Paradoxos e contradições dançam em meio à incerteza. Quem dera tivesse uma bengala, um chão para pisar.

Nós deixamos de nos auto-analisar porque queremos cegamente proclamar nossa auto-libertação. É terrível esse vislumbre, estar perto estando longe, estar errado estando certo, ou o contrário: ser pecador.

Chego ao desafio máximo do amor, a exigência final do caminho, a maior transgressão, pois descubro no meu ser meu maior inimigo, e eu o odeio.

Devo portanto morrer, e já cansei dessa repetição.

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Escrevi a quase um ano, estou meio defasado mas aos poucos alcanço.

morrer eh importante, mas

morrer eh importante, mas viver eh urgente.

Então tem que deixar o

Então tem que deixar o urgente vencer e cuidar do que é importante.

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